Microsoft: crise ajuda profissionais de tecnologia a brilharem
Tecnologia ainda é vista como utility, mas a Microsoft acredita que o período de crise é a grande chance para que os profissionais da área brilhem nos negócios.
A pior das crises financeiras que essa geração provavelmente presenciou ainda pode guardar boas notícias, segundo a Microsoft. Para a empresa, esse pode ser o melhor dos tempos para que os profissionais de tecnologia eliminem a pecha de utilitários para conquistar de vez um papel estratégico.
Alan Stone, diretor de tecnologia da Microsoft Ásia-Pacífico e Japão, acredita que a crise atual apresenta uma oportunidade para que se construam diálogos mais valiosos entre as áreas de negócios e de tecnologia para que se discuta as dificuldades encontradas com a crise econômica mundial.
“Essa é uma chance para que a tecnologia crie uma mudança real nos negócios das organizações. É bom lembrar que há somente três anos isso não era nada fácil”, diz Stone. “Estamos em um período em que é necessário deixar de ser utilitário. E o período é perfeito para ser efetivo e preciso no que fazemos”, complementa.
Stone diz que a Microsoft está aproveitando a chance de guiar os tomadores de decisões sobre como o uso apropriado da tecnologia pode fazer com que as empresas sobrevivam à crise. Ele afirmou que é com esta abordagem que está oferecendo serviços como virtualização, business intelligence, comunicações unificadas, serviços de colaboração, entre outros.
Rafael Rollan, diretor-administrativo da Microsoft Filipinas, acredita que as soluções, bem aplicadas, têm impacto em toda a cadeia de custos, por ajudar a otimizar procedimentos de negócios, automatizar funções que aumentem a produtividade, reduzir custos de viagens, entre outros.
Benjamin Diokno, ex-secretário do Departamento de Orçamento e Administração das Filipinas, acredita que enxergar essas oportunidades que a tecnologia oferece pode ser um diferencial para os negócios. Para dar um exemplo, ele cita a administração do seu país, que já usa a tecnologia para aumentar a transparência nas atividades e reduzir a corrupção, o que daria mais valor à moeda local.
Fonte: Computerworld
A pior das crises financeiras que essa geração provavelmente presenciou ainda pode guardar boas notícias, segundo a Microsoft. Para a empresa, esse pode ser o melhor dos tempos para que os profissionais de tecnologia eliminem a pecha de utilitários para conquistar de vez um papel estratégico.
Alan Stone, diretor de tecnologia da Microsoft Ásia-Pacífico e Japão, acredita que a crise atual apresenta uma oportunidade para que se construam diálogos mais valiosos entre as áreas de negócios e de tecnologia para que se discuta as dificuldades encontradas com a crise econômica mundial.
“Essa é uma chance para que a tecnologia crie uma mudança real nos negócios das organizações. É bom lembrar que há somente três anos isso não era nada fácil”, diz Stone. “Estamos em um período em que é necessário deixar de ser utilitário. E o período é perfeito para ser efetivo e preciso no que fazemos”, complementa.
Stone diz que a Microsoft está aproveitando a chance de guiar os tomadores de decisões sobre como o uso apropriado da tecnologia pode fazer com que as empresas sobrevivam à crise. Ele afirmou que é com esta abordagem que está oferecendo serviços como virtualização, business intelligence, comunicações unificadas, serviços de colaboração, entre outros.
Rafael Rollan, diretor-administrativo da Microsoft Filipinas, acredita que as soluções, bem aplicadas, têm impacto em toda a cadeia de custos, por ajudar a otimizar procedimentos de negócios, automatizar funções que aumentem a produtividade, reduzir custos de viagens, entre outros.
Benjamin Diokno, ex-secretário do Departamento de Orçamento e Administração das Filipinas, acredita que enxergar essas oportunidades que a tecnologia oferece pode ser um diferencial para os negócios. Para dar um exemplo, ele cita a administração do seu país, que já usa a tecnologia para aumentar a transparência nas atividades e reduzir a corrupção, o que daria mais valor à moeda local.
Fonte: Computerworld

0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial