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quarta-feira, 22 de julho de 2009

24 horas longe da tomada

Novas baterias e células de combustível vão dar fôlego extra aos notebooks.

Em 20 de março de 1800, o professor italiano Alessandro Volta escreveu uma carta à Royal Society britânica em que descrevia uma pilha de plaquinhas de cobre e zinco intercaladas com papelão embebido em ácido. Ao permitir a produção de corrente elétrica contínua, o invento de Volta provocou uma revolução no uso da eletricidade. Mais de dois séculos depois, as baterias são construídas com materiais e geometrias diferentes, mas ainda conservam os elementos básicos da pilha de Volta. Sua evolução penosamente lenta contrasta com o ritmo exponencial — descrito pela Lei de Moore — em que os circuitos eletrônicos avançam. Mas boas notícias estão a caminho. Nunca se investiu tanto em pesquisas sobre baterias e novas formas de produzir eletricidade. Um aumento espetacular na capacidade de armazenamento poderá vir nos próximos anos, junto com redução no tempo de carregamento. O sonho de usar um laptop um dia inteiro longe das tomadas pode, assim, virar realidade.

O mercado mundial de baterias deve movimentar 78 bilhões de dólares neste ano, segundo estudo da empresa especializada Freedonia Group. Essa cifra vem crescendo 4,8% ao ano. O crescimento deve se acelerar com a popularização dos carros elétricos híbridos, que combinam propulsão elétrica com motor a explosão. Segundo outro estudo, da Frost & Sullivan, esses carros ainda representam uma parcela pequena do mercado de baterias — menos de 1 bilhão de dólares no ano passado. Mas seu crescimento já passa de 30% ao ano. Além do interesse da indústria automobilística e de eletrônicos, incentivos governamentais impelem as pesquisas sobre baterias. E novidades interessantes têm brotado nos laboratórios.

Fonte: Info Abril

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